Compartilho com vocês esse texto, e a minha visão de mulher, mãe e uma eterna apaixonada pela família.
Comparo com outros tempos e conto um pouquinho do que aprendi e vivi em casa, com os meus pais e irmãos.
Esse século está marcado pela procura incessante pelo outro e cada vez mais homens e mulheres buscam pela independência, trabalho e status social.
E a convivência com o outro se tornou cada vez mais distante, fazendo assim o encontro casual ser mais confortável,trazendo assim, insegurança e desilusões que marcam a vida de muitas mulheres que esperam encontrar em um homem ou mulher, carinho, amor e que talvez possa um dia ter um companheiro para todos os momentos.
Existem várias linhas de pensamento sobre esse assunto, desde filósofos, amantes por natureza e pessoas que assim como eu experimentou um amor de verdade.
Nós sabemos que por mais moderna e machista que a sociedade seja, necessitamos dessa união, da família, e do companheirismo.
Tem momentos que estar só é uma opção, não para mim, que gosto de pessoas e gosto de amar. Seria muito legal que mulheres e homens criassem um vínculo emocional com seus parceiros revelando que é capaz de nutrir todos os dias de nossas vidas esse compromisso, sem interferências da vida moderna, talvez seja uma utopia, mas é o que todos nos procuramos “ser feliz”.
Estamos falando de companhia, de companheiro, de cumplicidade, nós mulheres e homens não queremos ter sentimentos amargurados, tristeza e abandono, queremos ser amadas (os).
Lembro da primeira vez que me apaixonei como sou olfativa e ouvidos aguçados, o meu estimulo sensorial sempre foi meu aliado nessa história de amor, ainda lembro-me daquele perfume, de dançar coladinho... De um lado para o outro, as minhas mãos entrelaçadas ao pescoço dele e a música tocando, a mão dele delicadamente seguravam a minha cintura, era o máximo namorar e ou flertar como se dizia naquela época.
Eu sentia aquele amor, eu era só uma menina apaixonada e o escolhido era o meu amor, eu respirava e suspirava essa paixão... Sentia o meu corpo todo sinalizando aquela felicidade, de uma mulher menina, insegura, mas acreditava que seria feliz para sempre, como num conto de fadas...
Como as historias que lia e ouvia da minha mãe. E fui feliz, acreditei, não precisava ter muitos amores, um amor bastou para eu ser feliz...
Falando em histórias..., a minha mãe não me contou historias publicadas, ela contou a sua... E foi uma linda historia de amor, troca, sensibilidade, responsabilidade e sentimentos com o outro, afinal o que nos move para o convívio com o outro é o amor.
Não podemos esperar a maturidade para enxergamos a delicadeza do ser humano, esse sentimento não pode adormecer, não podemos ser tão inconsequentes com a vida, ela passa rápido demais.
Falando um pouquinho do amor dos meus pais:
A minha mãe era uma mulher atemporal e amava a vida e lutou para ser feliz, ela se entregou a uma felicidade sem preconceitos e sem temê-la e eu entendo agora, que é preciso se arriscar por um amor.
Ela saiu de casa por amor, e o homem que seria seu marido e pai de seus filhos... rsrsr meu PAI, a amou e a respeitou muito.
Moderna, decidida, sabia o que queria fazer da sua vida. Eu sou uma mulher de sorte, e fico orgulhosa em compartilhar a simplicidade e a verdade que os meus pais me passaram sobre o amor e a vida. Com atitudes, amor e muito respeito.
abraços

Ao ler tal relato, me deparei com um sonho que tive e tenho, que é o de encontrar a paz em conjunto, a pessoa justa, não a perfeita, pois não acredito existir ninguém perfeito pra ninguém. SOMENTE CUMPLICIDADE EM TUDO E ACIMA DE TUDO TRANSPARÊNCIA PODE FORTALECER UMA VIDA A DOIS.
ReplyDeleteobrigado Su por alegrar minha vida.
Nossa Má, como fui relapsa nem te respondi, mas está valendo... O segredo é o Amor e o Respeito mútuo...
DeleteObrigada por ter deixado o seu comentário...
T. amo e te respeito...